Quais atividades estimulam o desenvolvimento sensorial?
  • Olá colegas,
 
  • As atividades de  Integração sensorial são realizadas conforme as necessidades que específicas dos estudantes. Confira alguns exemplos:
 
  • 1. Toque de texturas
  • Se a criança sente um incômodo fora do normal ao tocar em determinadas texturas, o terapeuta vai estimular esse contato aos poucos. Muitas vezes, são usadas brincadeiras para isso.
  • O profissional pode, por exemplo, pedir para a criança fechar os olhos e tocar uma massinha de modelar ou brinquedos de borracha, que são ligeiramente grudentos. Depois que ela estiver acostumada com a sensação, será possível avançar para outros objetos com texturas similares.
 
  • 2. Brincadeiras com formas
  • As brincadeiras de encaixar formas são importantes para o desenvolvimento intelectual e psicomotor. Enquanto a maioria das crianças já consegue fazer encaixes facilmente a partir dos dois anos, aquelas que apresentam disfunção neurológica costumam apresentar um progresso mais lento.
  • Por isso, continuar fornecendo estímulos a elas é uma importante forma de auxiliar no progresso neurológico — além de trabalhar o tato e a visão em conjunto, o que pode ser difícil em alguns casos.
 
  • 3. Toque do nariz
  • Fechar os olhos e tentar tocar a ponta do nariz (ou outras partes do próprio rosto) é uma brincadeira lúdica que tem um importante papel no desenvolvimento do sistema proprioceptivo.
  • Trata-se da capacidade de reconhecer o espaço que o próprio corpo ocupa no ambiente, o que também interfere na coordenação motora dos membros. Essa atividade simples também pode ser feita com adolescentes e até adultos.
 
  • 4. Balanço e gira-gira
  • Brincadeiras comuns à maioria das crianças, como balanço, gira-gira, entre outras, servem para desenvolver e estimular o aparelho vestibular. Esse conjunto de órgãos tem como função regular a noção de gravidade do corpo.
  • Os movimentos realizados ajudam a controlar o equilíbrio corporal e são boas estratégias para gastar a energia de pacientes muito agitados ou nervosos.
 
  • 5. Tapete sensorial
  • Entre crianças que têm pouca sensibilidade tátil, uma boa maneira de criar estímulos é o tapete sensorial. Geralmente, ele é formado por um retângulo com retângulos menores, repletos de diferentes texturas.
  • Aprender a diferenciar essas texturas ensinará o cérebro do paciente a compreender melhor a experiência do tato. É possível colocar objetos no fim do percurso do tapete, para que sejam segurados e sentidos.
 
  • 6. Trenzinho humano
  • Utilizando um pedaço de malha, o terapeuta pode prender a criança e ele mesmo, deixando um espaço que permita movimentações (para que andem como em um trenzinho). A criança assume a frente, controlando a velocidade e a hora de parar ou fazer curvas, por exemplo.
  • Além de divertida, a atividade é capaz de estimular o planejamento motor, a noção de velocidade e ritmo e o espírito de cooperação. As crianças com dificuldades em frear o próprio corpo também vão lidar com isso na brincadeira.
 
  • 7. Estímulo com pressão
  • Algumas pessoas autistas sentem-se mais confortáveis quando estão fisicamente pressionadas — com um cobertor pesado ou um colchão em cima do corpo, por exemplo. Elas são hipossensíveis e precisam de estímulos mais fortes para que consigam senti-los.
  • Não há nenhum problema em atender a tal necessidade, desde que você tenha certeza de que a criança não esteja se machucando. Nesses casos, massagens vigorosas também são bons estímulos táteis, além de ajudarem no relaxamento.
  • A maioria das brincadeiras é fácil de ser reproduzida em casa, pois não requer muitos materiais. Basta ter bastante paciência e atenção.
  • integração sensorial pode ser feita por qualquer criança que apresente um desenvolvimento motor ou tátil mais lento, pois auxiliam questões de eficiência motriz, como também são importantes na autorregulação.
 
  • Abraços Inclusivos!
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